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InfoGripe alerta para aumento de casos de síndrome respiratória em crianças menores de 2 anos no Brasil
O novo boletim do InfoGripe, divulgado pela Fundação Oswaldo Cruz, aponta aumento dos casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) em crianças menores de 2 anos em todo o país. Segundo o estudo, o avanço está relacionado principalmente à circulação do Vírus Sincicial Respiratório (VSR).
Além disso, o levantamento mostra crescimento das hospitalizações por influenza A em diversos estados brasileiros, enquanto os casos associados à Covid-19 seguem em queda na maior parte do território nacional.
O que revela o novo boletim InfoGripe da Fiocruz?
De acordo com o boletim divulgado pela Fundação Oswaldo Cruz, todos os estados brasileiros e o Distrito Federal apresentam alta incidência de SRAG.
Principais destaques do levantamento
- Crescimento de casos de SRAG em crianças menores de 2 anos;
- Aumento relacionado principalmente ao VSR;
- Hospitalizações por influenza A seguem em alta;
- Casos de Covid-19 apresentam queda;
- Diversos estados permanecem em nível de alerta, risco ou alto risco.
Por que os casos de SRAG aumentaram em crianças pequenas?
Segundo o estudo, o principal responsável pelo avanço das internações é o Vírus Sincicial Respiratório (VSR), um dos principais causadores de infecções respiratórias graves em bebês e crianças pequenas.
O vírus pode provocar:
- bronquiolite;
- pneumonia;
- dificuldade respiratória;
- necessidade de internação hospitalar.
Especialistas alertam que crianças menores de 2 anos possuem maior vulnerabilidade imunológica, especialmente prematuros e pacientes com comorbidades.
Quais estados apresentam maior alerta para SRAG?
O boletim indica níveis de alerta, risco ou alto risco nos seguintes estados:
- Acre
- Amapá
- Amazonas
- Bahia
- Mato Grosso do Sul
- Minas Gerais
- Paraná
- Paraíba
- Pará
- Pernambuco
- Rio Grande do Norte
- Rio Grande do Sul
- Rio de Janeiro
- Santa Catarina
- São Paulo
- Tocantins
Quais capitais registram crescimento de SRAG?
Entre as capitais com tendência de crescimento de longo prazo estão:
- Belém
- Belo Horizonte
- Campo Grande
- Cuiabá
- Florianópolis
- Macapá
- Maceió
- Manaus
- Palmas
- Porto Alegre
- Rio Branco
- Rio de Janeiro
- Salvador
- São Paulo
- Teresina
Como está a circulação dos vírus respiratórios no Brasil?
Nas últimas quatro semanas epidemiológicas, os vírus identificados nos casos positivos de SRAG foram:
Distribuição dos vírus nos casos de SRAG
- 41,5% — Vírus Sincicial Respiratório (VSR)
- 27,2% — Influenza A
- 25,5% — Rinovírus
- 3,7% — Influenza B
- 2,9% — SARS-CoV-2 (Covid-19)
Distribuição entre os óbitos
- 51,8% — Influenza A
- 15,4% — Rinovírus
- 11,8% — Covid-19
- 11,4% — VSR
- 4% — Influenza B
Como prevenir casos graves de SRAG em crianças e idosos?
A pesquisadora Tatiana Portella reforça que a vacinação continua sendo a principal estratégia para evitar casos graves e mortes.
Vacinas e medidas recomendadas
Vacina contra o VSR
Indicada para:
- gestantes a partir da 28ª semana;
- proteção dos bebês nos primeiros meses de vida.
Anticorpos monoclonais no SUS
Disponíveis gratuitamente para:
- prematuros;
- crianças menores de 2 anos com comorbidades.
Vacina contra influenza
Destinada a:
- idosos;
- gestantes;
- crianças menores de 6 anos;
- pessoas com doenças crônicas.
O que é SRAG?
A Síndrome Respiratória Aguda Grave é uma condição respiratória severa que pode ser causada por diversos vírus, incluindo influenza, VSR, rinovírus e Covid-19.
Qual vírus mais preocupa atualmente nas crianças?
O principal responsável pelo aumento das internações em crianças pequenas é o Vírus Sincicial Respiratório (VSR).
Quem deve tomar vacina contra gripe?
Idosos, gestantes, crianças pequenas, pessoas com comorbidades e grupos prioritários definidos pelo Ministério da Saúde.
Por: www.acsace.com.br Fonte: Agência Fiocruz
