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Entenda por que o risco do vírus Nipah é baixo e não ameaça o Brasil
OMS e Ministério da Saúde afirmam que não há risco de disseminação internacional nem impacto para a população brasileira
A possibilidade de uma pandemia causada pelo vírus Nipah é considerada baixa, segundo avaliação da Organização Mundial da Saúde (OMS) e do Ministério da Saúde. O surto mais recente, registrado na Índia, contabilizou apenas dois casos confirmados, ambos entre profissionais de saúde, sem indícios de transmissão comunitária ou circulação do vírus fora do Sudeste Asiático.
De acordo com as autoridades sanitárias, não há qualquer ameaça ao Brasil, nem evidências que indiquem risco para a população.
Situação do surto na Índia está sob controle
As autoridades indianas identificaram 198 contatos diretos dos casos confirmados de infecção pelo vírus Nipah. Todos foram monitorados e testados, com resultados negativos.
Período de monitoramento se aproxima do fim
Imagem: Reprodução Internet
O último caso confirmado foi registrado em 13 de janeiro, o que indica que o evento está próximo do encerramento do período de vigilância, sem novos registros de transmissão.
Segundo a OMS, não há evidências de disseminação internacional, fator determinante para a classificação do risco global como baixo.
Brasil mantém vigilância permanente contra vírus de alto risco
No Brasil, o Ministério da Saúde mantém protocolos permanentes de vigilância e resposta a agentes altamente patogênicos, como o vírus Nipah. O trabalho é realizado em articulação com instituições de referência, entre elas:
- Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz)
- Instituto Evandro Chagas
- Organização Pan-Americana da Saúde (Opas/OMS)
Segundo a pasta, não existe qualquer indicação de risco para a população brasileira, e o país segue alinhado às recomendações internacionais de monitoramento.
O que é o vírus Nipah
O vírus Nipah foi identificado pela primeira vez em 1999, na Malásia. Desde então, os surtos registrados ocorreram exclusivamente em países do Sudeste Asiático, regiões que já contam com protocolos específicos de detecção rápida e contenção, acompanhados pela OMS.
Forma de transmissão
A transmissão do Nipah é zoonótica, associada principalmente a morcegos frutíferos, espécies inexistentes no Brasil. A infecção pode ocorrer por:
- Ingestão de alimentos contaminados
- Contato direto com animais infectados
- Em casos raros, transmissão entre pessoas ou por superfícies contaminadas
Autoridades reforçam que não há risco para o Brasil
Diante do cenário atual, não há qualquer recomendação de alerta ou restrição para o Brasil. As autoridades de saúde seguem em monitoramento contínuo, reforçando que o país está preparado para responder rapidamente a qualquer eventual suspeita.

